Contabilidade Geral

Gestão, Contabilidade e Financeira

Objectivos do Curso

O curso de Contabilidade Geral (ou Financeira) estruturado pelo INEPI, baseado no SNC – Sistemas de Normalização Contabilística, com entrada em vigor no primeiro exercício iniciado a 1 de Janeiro de 2010, tem como objectivo duas vertentes essenciais: o aspecto prático e o necessário suporte técnico indispensável à realização plena da formação contabilística procurada pelos nossos formandos. Realça-se o aspecto prático, pois permite a um leque muito alargado de interessados manusear sem dificuldades as contas, além de interpretar e estruturar as peças finais tornadas obrigatórias pelo Decreto – Lei nº 158/2009, de 13/07. Os nossos formandos ficam perfeitamente preparados para o trabalho de escriturário principal de Contabilidade, de análise e classificação dos documentos, bem como a elaborar as demonstrações financeiras, peças que se destinam a proporcionar a informação sobre a posição financeira e económica das Empresas. Os formandos ficarão também aptos a analisar a capacidade da Empresa de gerar fundos e a sua sustentação económica, interpretando com segurança as peças finais que a Contabilidade Geral prepara.
  • Curso: Contabilidade Geral
  • Área: Ambiente e Energias Renováveis
  • Versão: V.6
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Este curso destina-se prioritariamente a todos aqueles que necessitam de conhecer de forma aprofundada as normas e as técnicas da Contabilidade, contando-se entre este público os contabilistas, escriturários, auxiliares de contabilidade, etc. Não obstante, esta formação poderá estar igualmente nos objectivos de qualquer pessoa que tenha que lidar com informação empresarial, tais como administradores, gestores, empresários, quadros superiores, funcionários da administração pública, ou outros que necessitem de entender e trabalhar a informação financeira empresarial.
Para a frequência desta formação não são exigidos pré-requisitos especiais. O curso é aberto a qualquer participante, sendo todavia recomendável ter como base mínima o 9º ano.
Como é norma nos cursos do INEPI, os formadores conjugam uma relevante formação académica com uma experiência profissional prática e efectiva, sendo profissionais da área, com um conhecimento muito directo e prático das necessidades profissionais com que os formandos se confrontarão no mercado de trabalho.

 O curso tem uma estrutura linear, sendo ministrado de forma contínua e sequencial.

No final do curso os formandos terão adquirido conhecimentos que lhes permitirão desempenhar uma actividade profissional com perfeito conhecimento do SNC, dominando, nomeadamente, os seguintes aspectos: • Classificação de documentos • Reconhecimento, mensuração e divulgação dos elementos patrimoniais • Execução de todo o trabalho contabilístico visando o apuramento do resultado líquido do período e encerramento de contas • Elaboração e interpretação das demonstrações financeiras – balanço, resultados, alterações no capital próprio e fluxos de caixa • Todos os conceitos integrantes do SNC • Enquadramento fiscal das operações e situações relevantes • Apuramento do IVA e preenchimento da declaração periódica • Apuramento do resultado final do períodoPreenchimento e análise da declaração modelo22 • Obrigações fiscais decorrentes do IRC
No final do curso, os formandos poderão ingressar em gabinetes de contabilidade, em departamentos de contabilidade de médias ou grandes empresas, ou dar qualquer tipo de apoio contabilístico onde tal seja necessário, nomeadamente em pequenas empresas. O curso permite igualmente que pessoas que estejam em outras áreas orgânicas ou funcionais dentro uma empresa, possam progredir profissionalmente, ingressando no departamento financeiro. O INEPI tem uma estrutura própria para angariação de estágios (ou emprego) para os formandos, junto de empresas suas clientes, ou outras, sendo que com algumas tem protocolos específicos para este efeito. Sempre que possível, mas sem que tal seja um compromisso efectivo (pois depende da disponibilidade das empresas), o INEPI propiciará a frequência de estágio aos seus formandos.
No final do curso o formando terá direito a um certificado de formação profissional, nos termos da legislação em vigor. O curso não confere grau académico.
O curso adopta, na sua parte teórica, uma metodologia expositiva. No entanto, privilegia-se fundamentalmente a perspectiva prática, com o recurso a muitos trabalhos práticos e casos de estudo.
O curso decorrerá em sala, com recurso a suportes audiovisuais. Os materiais consumíveis são, em qualquer curso, da responsabilidade dos formandos. No entanto, ao nível de consumíveis, este curso não exigirá o dispêndio de montantes significativos. A bibliografia eventualmente recomendada, ou meios técnicos que o formando possa utilizar na sua vida profissional pós-curso, não são considerados como consumíveis, pelo que o seu custo não é considerado para a estimativa acima referida. Por norma, qualquer documentação fornecida pelo INEPI, para apoio à formação, é disponibilizada em formato digital. Se o formando a pretender na forma impressa (em papel), o custo desse serviço ser-lhe-á debitado.
A avaliação resulta, basicamente, de 2 vertentes: uma, a “avaliação contínua”, põe em equação factos como a assiduidade, pontualidade, participação activa nas aulas, e execução de trabalhos determinados pelos formadores, em aula ou em casa, individuais ou de grupo, consoante o seu próprio critério. Por outro lado, é realizado um teste final escrito que, em conjunto com a avaliação contínua, dará a medida da qualificação atribuída ao aluno no final do curso. A escala de avaliação utilizada é de 0 a 20.
A duração do curso é de 130 horas (aproximadamente 6 meses de duração efectiva de curso) As condições quanto a horários disponíveis, preços e condições de pagamento são as que, à data, constarem da tabela de condições dos cursos, do INEPI. Esta informação é fornecida directamente pela Secretaria. As condições contratuais são as constantes no Regulamento Interno do INEPI (disponível na Secretaria do INEPI e no site www.inepi.pt).

Capítulo I – Conceitos fundamentais

O Património

Noções e elementos constitutivos

Factos Patrimoniais – Variações do Património

Equação fundamental da contabilidade

 

O Inventário e o Balanço

O Inventário: noção e classificação

O Balanço: noção e classificação

 

Balancetes, Balanços e Demonstrações de Resultados

Os Princípios Contabilísticos

 

Capítulo II – A Normalização Contabilística – o SNC – Sistema de Normalização Contabilística

O Decreto – Lei nº 158/2009, de 13/07

A EC – Estrutura Conceptual

As NCRF – Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (abordagem sintética)

 

 

Estudo das Contas

Classe I – Meios Financeiros Líquidos

Estudo sintético das contas

Mensuração dos meios financeiros líquidos

Os meios financeiros líquidos nas demonstrações financeiras

Classe II – Contas a Receber e a Pagar

Estudo sintético das contas

Mensuração dos débitos e créditos em moeda estrangeira

Imparidades

Provisões

Classe III – Inventários e Activos Biológicos

Noções Gerais

Critérios de mensuração

Sistemas de inventário

Sistemas de inventário periódico

Sistema de inventário intermitente

O Apuramento do Custo das mercadorias vendidas

Reclassificação e regularização de inventários e activos biológicos

Imparidades e perdas por redução do justo valor

Classe IV – Investimentos

Conceitos e Generalidades

Investimentos Financeiros

Propriedades de investimento

Activos fixos tangíveis

Activos fixos intangíveis

Investimentos em curso

Activos não correntes detidos para venda

Amortizações e depreciações

Imparidades

Alienação de investimentos

Mais Valias e Menos Valias Contabilísticas

Mais Valias e Menos Valias Fiscais

Reavaliação dos investimentos

Contabilidade e Inflação

                                             Classe V – Capital, Reservas e Resultados Transitados

Considerações gerais

Estudo sintético das contas

Ajustamentos em activos financeiros

Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis

Reservas

Aspectos Legais

Classe VI – Gastos e Perdas

Análise sintética das contas

Depreciações, amortizações, imparidades e redução do justo valor

Gastos e perdas contabilísticos / gastos e perdas fiscais

Classe VII – Rendimentos e Ganhos

Conceitos gerais

Estudo sintéticos das contas

Classe VIII – Resultados

Apuramento do resultado liquido do período

Imposto sobre o rendimento do período

Imposto deferido

 

Capitulo III – Operações de fim de Exercício

Regularização de contas e balancete rectificado

Lançamentos de apuramento de resultados

Balancete Final ou de encerramento

Demonstrações económico-financeiras

Características qualitativas da informação financeira

Princípios contabilísticos

Demonstrações de carácter financeiro

Demonstrações de carácter económico

A Demonstração de Resultados por Funções

O mapa dos fluxos de caixa

Encerramento das contas

Reabertura das contas

Aplicação de resultados

Aplicação prática sobre trabalhos de fim de exercício

 

Capitulo IV – Consolidação de contas

Conceitos fundamentais

Concentração de empresas

Os grupos Económicos

Conceito e objectivos da consolidação das contas

Ópticas da consolidação

Métodos de consolidação

Técnicas subjacentes aos métodos de consolidação

Método de integração global

Método de integração proporcional

Método de equivalência patrimonial

Consolidação de Balanços

Consolidação de Demonstrações dos Resultados

Métodos, ópticos e normas de consolidação

Preparação da consolidação

Determinação da data de consolidação

Identificação do perímetro de consolidação

Técnicas de consolidação

Escolha de métodos de consolidação

Documentos e elementos para a consolidação

Ajustamento e reclassificações prévias

Harmonização dos princípios

Contas Intra-Grupo

Impostos diferidos

Conversões monetárias

Operações de consolidação

Eliminação das participações financeiras

Eliminação dos saldos das contas intra-grupo

Anulação das operações intra-grupo

Ajustamento dos impostos diferidos

Demonstrações financeiras consolidadas

Balanço consolidado

Demonstração consolidada dos resultados

Anexo ao balanço e à demonstração de resultados consolidados

Outras obrigações para as contas consolidadas

 

Nota: - Neste capítulo apenas serão focados aspectos fundamentais, numa abordagem mais sintética sobre os temas enunciados.

 

Capitulo V – Informática aplicada à contabilidade

 

 

Porquê estudar no INEPI

Abrangendo diversas áreas de formação, o INEPI tem das ofertas mais alargadas do mercado, dando especial ênfase às áreas técnicas, sendo esta uma das suas características mais inovadores enquanto entidade formadora.

Trabalhando tanto na vertente de formação de catálogo (também chamada inter-empresas), como na formação por encomenda (intra-empresas), com acções de curta, média e longa duração, o INEPI dispõe de uma estrutura técnica, pedagógica e administrativa que lhe permite dar resposta a todo o tipo de solicitações no âmbito da formação profissional.